O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 em relação aos três meses anteriores, somando R$ 3,4 trilhões no período. No acumulado do primeiro semestre, a economia avançou 1,9% frente ao mesmo intervalo de 2025.
O agronegócio foi o setor que mais se destacou, com expansão de 2,8% no trimestre, impulsionado pelas safras de café (alta de 15,1%) e soja (5,3%), além da produção pecuária. Os serviços cresceram 0,2% e a indústria avançou apenas 0,1% na comparação trimestral.
Na comparação entre o segundo trimestre de 2026 e o mesmo período de 2025, o crescimento foi de 2%. Já no acumulado de quatro trimestres até junho, a alta foi de 1,9%. A composição do PIB no período somou R$ 2,9 trilhões em valor adicionado, mais R$ 487,9 bilhões em impostos líquidos sobre produtos.
Apesar do resultado positivo, economistas apontam um sinal de alerta: o consumo das famílias recuou 0,4% no trimestre, o que “desestimula a tese de aceleração contínua puxada por estímulo fiscal” e sinaliza vulnerabilidade da economia à política monetária restritiva. No acumulado do primeiro semestre, a agropecuária cresceu 3,6%, os serviços 1,8% e a indústria 1,6%.





























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