O plano de mobilidade do BNDES reúne 187 projetos para ampliar o transporte de média e alta capacidade no Brasil. O banco desenvolveu o estudo com o Ministério das Cidades. Por exemplo, a carteira inclui metrôs, trens, veículos leves sobre trilhos (VLT), BRT e corredores de ônibus.
Segundo a cobertura do Via Trolebus sobre a apresentação de setembro, o investimento estimado chega a R$ 437 bilhões. Trata-se de uma proposta de longo prazo. Portanto, o valor não significa que todas as obras já tenham recursos garantidos.
O que prevê o plano de mobilidade do BNDES
O estudo abrange 21 regiões metropolitanas e combina expansão com melhorias na rede existente. O portal oficial Mobilidade Brasil informa mais de 2.400 km de expansão. Assim, não é correto tratar toda a extensão estudada como novas linhas de trem e metrô.
Na apresentação, o BNDES apontou um pico de investimento de cerca de R$ 20 bilhões por ano. Além disso, estimou que fontes públicas precisariam financiar aproximadamente 80% dos investimentos. Por sua vez, receitas adicionais e participação privada complementariam esses recursos.
Financiamento e benefícios esperados
A proposta busca reduzir o tempo de viagem, os acidentes e as emissões. Contudo, a execução depende de financiamento, estudos e decisões dos governos envolvidos. A tarifa paga pelos passageiros, sozinha, não viabiliza toda a expansão.
O debate também inclui fundos metropolitanos e um Fundo Nacional de Mobilidade Urbana. Dessa forma, esses instrumentos poderiam dar maior continuidade à participação federal. Já a integração entre redes e tarifas busca facilitar os deslocamentos entre municípios.
Correção em 18/09/2026: o título e o texto foram ajustados para esclarecer que a carteira inclui ônibus e intervenções na rede existente, além de transporte sobre trilhos.





























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