O mercado de trabalho formal brasileiro gerou 921.645 novas vagas de emprego no primeiro semestre de 2026, um crescimento de 1,96% no período, segundo dados do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Nos últimos doze meses, o saldo positivo chega a 963.921 postos de trabalho, alta de 2,1%, elevando o total de trabalhadores com carteira assinada no país para cerca de 48 milhões.
O setor de Serviços liderou a geração de vagas, com 571.926 novos postos (+2,5%), impulsionado principalmente pela administração pública, educação e saúde. A Construção Civil teve o desempenho proporcional mais expressivo, com 168.962 vagas abertas, um salto de 5,73%. A Indústria criou 143.442 postos (+1,6%) e a Agropecuária, 40.853 vagas. O Comércio foi o único setor com saldo negativo, com perda de 3.514 postos no período.
Somente em junho, foram abertas 145.161 vagas em todos os cinco grandes setores da economia, com destaque novamente para os Serviços, responsáveis por 74.514 empregos no mês. Em termos regionais, São Paulo concentrou o maior número de vagas no acumulado do semestre, com 252.558 postos, seguido por Minas Gerais (108.977) e Paraná (69.638).
Os dados também mostram que trabalhadores com até 24 anos responderam por 86,4% das novas contratações no período, com crescimento mais forte entre profissionais com ensino médio completo. O salário médio de admissão em junho foi de R$ 2.404,34, uma alta de 0,7% em relação a maio e de 1,2% na comparação anual.





























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