Com a definição do segundo turno presidencial, partidos de centro e centro-direita intensificaram as conversas sobre os apoios a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). As negociações envolvem alianças nacionais e acordos regionais, que nem sempre seguem a mesma direção.
Quem já se posicionou
Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), candidatos derrotados no primeiro turno, declararam apoio a Flávio Bolsonaro. A federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, também discutia um anúncio de apoio, segundo apuração da imprensa.
O PSD liberou dirigentes e bases para compor alianças conforme os cenários estaduais. O Republicanos aparece nas conversas, em uma articulação que também considera as futuras disputas pelas presidências da Câmara e do Senado.
Por que esses apoios importam
Além de tempo de campanha e estrutura partidária, os apoios ajudam a organizar palanques regionais. Mas uma declaração de liderança não significa transferência automática de votos: a decisão final continua sendo individual e ocorre nas urnas.
O segundo turno será realizado em 25 de outubro.
Fontes: CNN Brasil, CNN Brasil e TSE.




























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