O primeiro turno dividiu o Grande ABC na disputa pela Presidência. Lula foi o mais votado em Diadema, São Bernardo do Campo, Mauá e Rio Grande da Serra; Flávio Bolsonaro liderou em Santo André, São Caetano do Sul e Ribeirão Pires. A região terá dez representantes eleitos diretamente: Paulo Serra e Maurício Neves na Câmara dos Deputados, além de oito deputados estaduais.
Presidência: quatro cidades para Lula e três para Flávio
O recorte municipal do primeiro turno mostra uma disputa apertada no ABC. A definição nacional segue para o segundo turno, marcado para 25 de outubro. No balanço regional, a diferença entre os dois candidatos ficou próxima de dois pontos percentuais, segundo levantamento do ABC em OFF.
Deputados federais do Grande ABC
- Paulo Serra (PSDB) — 132.866 votos — eleito por quociente partidário.
- Maurício Neves (PP) — 269.996 votos — eleito.
Alex Manente (Cidadania) e Orlando Morando (MDB) não conquistaram vaga na Câmara nesta eleição.
Os resultados constam na totalização oficial do TRE-SP; o recorte regional dos dois federais foi confirmado pelo ABCD Jornal.
Deputados estaduais eleitos do Grande ABC
- Ediane Maria (PSOL) — 170.844 votos — eleita por quociente partidário.
- Ana Carolina Serra (PSDB) — 132.881 votos — eleita por quociente partidário.
- Luiz Fernando (PT) — 94.901 votos — eleito por quociente partidário.
- Carla Morando (PSD) — 94.596 votos — eleita por quociente partidário.
- Teonilio Barba (PT) — 74.115 votos — eleito por quociente partidário.
- Rômulo Fernandes (PT) — 73.648 votos — eleito por quociente partidário.
- Thiago Auricchio (PL) — 59.942 votos — eleito por média.
- Atila Jacomussi (PRD) — 54.065 votos — eleito por quociente partidário.
E os suplentes?
Nas eleições proporcionais, a condição de suplente não é definida simplesmente pela quantidade de votos de cada candidato. A ordem depende da legenda ou federação e das regras de distribuição das vagas. Por isso, esta apuração traz apenas as vagas confirmadas; a relação nominal de suplentes do ABC será acrescentada após a confirmação oficial por partido ou federação.
Como funciona a eleição proporcional
Para deputado federal e estadual, as cadeiras são distribuídas inicialmente aos partidos e federações conforme sua votação total. Depois, entram os candidatos mais votados de cada grupo que cumprirem os requisitos legais. É por isso que uma votação individual alta, por si só, não basta para definir uma cadeira ou a posição na suplência.
Acompanhe a apuração em tempo real e o mapa regional da disputa presidencial.
Fontes: TRE-SP, para a totalização oficial dos eleitos; ABC em OFF, para o recorte municipal da disputa presidencial no Grande ABC; e ABCD Jornal, para a lista regional de federais eleitos.




























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